22 de ago de 2013

18 ANOS COM MUITO AMOR

Eu sonhava com o dia em que eu faria 18 anos e então, fi-nal-men-te poderia fazer tatuagem (e o que eu bem entender) sem precisar da autorização dos meus pais. Pois bem. Voltemos no tempo.

Braço torto HEHEHEHEH
Um dia me falaram que eu precisava de amor. E eu fiquei triste, de verdade. Até chorei. Aquilo de alguma forma me machucou. Achei aquilo uma ofensa.
Entendam: eu precisava de amor porque eu não sou a pessoa que teve mais relacionamentos no mundo. Só apresentei um namorado aos meus pais, e nunca a família toda (apenas a uma tia). Só namorei duas vezes, e nem foi tão longo assim, diga-se de passagem. Sou daquela que toda tia/vó/primo/amigo da família e-todo-o-resto pergunta: e o namorado menina, cadê?
Dito isso, pensei: "Poxa... ajudo todos os meus amigos, sou atenciosa, tudo mais... Mas todo mundo namora, e eu?" Aí bate aquela carência.

E como a vida é irônica... A partir deste comentário, dito depois de umas doses de vodca creio eu (a pessoa que disse isso já me pediu desculpas, mas hoje em dia, sinceramente, eu agradeço, e olha só, tá comigo até hoje, e é importante demais! Obrigada viu? s2), e depois de algum tempo, sempre com isso na cabeça, eu aprendi.
Aprendi a me amar, aprendi a amar mais os outros, a dar valor ao que eu tinha, ao que eu tenho, à tudo a minha volta.
Aprendi que tudo vem com o seu tempo. Tudo chega numa hora certa. E se tiver que acontecer, vai. E ponto final. Por isso, não sou desesperada. Sou aquela amiga que todo mundo zoa por estar encalhada. Minha cara de preocupação pra todo mundo:


Além disso, cara, eu posso dizer com a minha absoluta certeza que amor é um dos mais - senão O mais - importantes sentimentos da vida. Ele move coisas. Une pessoas. Traz outras pessoas à vida. Faz a gente lutar pelo que sonha. Uma pessoa sem amor, é uma pessoa vazia. Ele faz a gente sofrer? Faz sim, é verdade. Mas o que a gente ganha de aprendizado com tantos momentos é inexplicável, e sem falar nos vários outros momentos bons e maravilhosos que ele pode nos proporcionar.

Por isso, resolvi tatuar a palavra amor.
Voltemos para o presente.

A ideia original, era escrever em uma língua diferente, tipo latim. Mas pelo que pesquisei, não muda nada pro português. Então decidi tatuar em português mesmo. Aí minha cunha-feia-doida, me deu a ideia de tatuar como se estivesse costurado (um sonho meu, paixão que tô aprendendo <3), e eu simplesmente A-M-E-I a ideia (quanto amor em um só post!). Mas aí, no estilo que eu queria, achei que iria ficar mais bonito com a palavra escrita em inglês. Foi por pura estética mesmo. Nada contra o português. E o local, bom... Eu tenho uma lista de tatuagens-que-quero-fazer. E toda vez que penso em uma, vou mudando o lugar de outras. Essa eu até tinha pensado em fazer no ombro (na parte das costas), pra deixar meus pulsos livres (mãe, não leia isso) pra outras tatuagens. Mas achei o pulso um lugar mais adequado e tal. Pode falar que é clichê, tô nem ligando.

Então tá aí o resultado.


Não vou falar que não doeu. A dor na verdade é um incômodo, que dá pra aguentar numa boa. Fiquei olhando ela tatuando com os olhos arregalados, feliz da vida. Na verdade, fiz duas tatuagens. A outra fiz na costela e vocês podem ver no meu facebook.
E é isso! Tá aí uma das minhas primeiras tattoos e o motivo dela. Achei legal mostrar pra todo mundo, pra me poupar de responder o porquê AUAHUAHUHAUHAUA

Desejo muito amor pra cada um de vocês, que leu ou deixou de ler isso, não importa. Amor é o que todos merecem!
E feliz 18 anos pra mim!
Com muito, muito amor,
Isa.